quarta-feira, 20 de abril de 2011

Caí na piscina!

Esta semana fui na casa de um amigo do papai, quando vi o quintal grande e gramado saí correndo, pulei um degrauzinho e TCHIBUM na água, não vi que era piscina, mas voltei nadando pra borda. 
Eu me diverti muito, a mamãe ficou meio preocupada, mas eu nem liguei, quando saí da água fiquei correndo de um lado para o outro de emoção. 
Infelizmente a mamãe não tinha levado a máquina fotográfica para registrar o momento. 
Depois me secaram com uma toalha emprestada. 
Eu tinha tomado banho nesse dia, então tomei dois banhos em um dia só. Viu como eu sou limpinha? Rsrs.


Essa foto foi tirada quando eu era bem pequena, tanto que cabia na pia do banheiro, rsrs.
Tomo banho toda a semana, com meu shampoo especial, aqui faz muito calor para tomar banho de água quente, o melhor mesmo é tomar banho frio, assim como todos aqui.
Eu gosto muito de tomar panti (banho), o processo todo de preparação, lavagem e secagem é muito divertido e eu fico muito cheirosa.
Gostaria de tomar mais de um banho por semana, às vezes eu entro no box junto com a mamãe e peço pra ela deixar eu tomar banho junto com ela, e às vezes ela deixa!

domingo, 3 de abril de 2011

Homens de Preto II - Frank (MIB II)

Percebo que as pessoas conhecem a raça Pug por este filme, já ouvi várias pessoas falando: "olha o cachorro do MIB!", ou quando uma pessoa pergunta qual a raça do meu cachorro o amigo dele responde: "é o cachorro do MIB!"
Eu mesma me apaixonei pela raça depois de assistir ao primeiro filme.

Problemas mais Comuns dos Pugs - Doenças

Eis aqui alguns problemas da raça pug. É de extrema importância identificá-los, conhecê-los profundamente e mais; reconhecer que em todos eles só há duas opções: ou eles foram ocasionados acidentalmente e portanto são casos isolados ou são defeitos genéticos. 
Assim, todos nós criadores devemos trabalhar em conjunto para exterminarmos estes últimos já que todos, sem exceção, trabalhamos as mesmas linhas de sangue se olharmos cada um dos pedigrees de nossos cães.


PALATO ABERTO
É uma fissura devido ao não fechamento dos ossos. Há fatores ambientais e genéticos que estão envolvidos.
Por exemplo, descartada a possibilidade de herança genética; o uso excessivo de esteróides ou níveis anormais de vitamina A ou severo estresse que a fêmea possa ter passado durante a gestação podem levar os neonatos portarem este defeito.


LUXAÇÃO DE PATELA
Ter luxação de patela ou deslocamento da rótula (joelho) pode ser herança genética ou adquirida através de um acidente. Há uma pequena movimentação do osso frontal do joelho que está em sua cavidade preso por ligamentos. 
As condições genéticas seriam: sulco raso, ligamentos fracos e ou alinhamento impróprio dos tendões e músculos. Esta é uma condição indesejável devido a genes recessivos.


DISPLASIA COXOFEMURAL
O que é uma displasia coxofemural? É uma degeneração na articulação coxofemural; ou seja, uma má inserção da cabeça do fêmur no acetábulo (cintura pélvica; bacia). Quando não há este encaixe perfeito, há movimentos excessivos deste osso provocando danos. Isto frequentemente aparece por volta dos quatro a sete meses de vida do animal, e provoca dores de moderadas a intensas, principalmente quando ele está em pisos escorregadios. A prevenção é feita fazendo radiografias nos pais para que se possa determinar o grau da degeneração e assim selecionar os acasalamentos.


NECROSE DA CABEÇA DO FÊMUR
É mais comum até que a própria displasia citada acima. Embora sintomaticamente idêntica a displasia, em verdade ocorre uma deterioração da cabeça do fêmur que fica com a aparência de um queijo suíço. As possibilidades mais discutidas são: trauma , bacteriana na corrente sanguínea daquela região ocasionando por assim dizer um sofrimento das células que deixam de receber oxigênio e ocasionando a morte dessas células; doenças endócrinas ou deficiências nutricionais ou ainda a própria displasia coxofemural congênita.


ENCEFALITE DO PUG
Esta doença difere das outras encefalites conhecidas em outros cães. Por isso há esta denominação: Encefalite dos pugs. Embora esta doença tenha como causa, agentes infecciosos, nenhum deles ainda foram claramente identificados.
Os sinais clínicos são: incoordenação, tremores, convulsões, perda de consciência, alteração de comportamento, andar em círculos e até alterações oftalmológicas.
Nada há de definitivo na causa da doença e um diagnóstico mais preciso só é possível após autópsia e exame microscópico do sistema nervoso.
Alguns estudos realizados sugerem que vírus como o Herpesvírus Canino tipo I e o vírus da Cinomose teriam papel inicial importante e seriam desencadeadores da enfermidade.


ATROFIA PROGRESSIVA DA RETINA
É uma doença que afeta as células da retina causando a cegueira do cão. É um processo lento de degeneração da retina e por isso é pouca observada a evolução da doença pelos proprietários. A enfermidade é acometida independentemente da raça. No entanto estudos realizados já concluíram que algumas raças são mais acometidas pela doença que outras. 
É de fundo genético, transmitido por genes recessivos. Contudo há de se considerar fatores que podem também ocasionar a atrofia progressiva da retina como, trauma, infecção ou deficiência de vitaminas.


ENTRÓPIO
É uma inversão do bordo palpebral tanto inferior como superior. 
Pode ser genético ou adquirido.
No entrópio os cílios ficam permanentemente em contato com a córnea provocando danos na mesma. Cirurgia corretiva é o recomendado.


(foto da Rebeca Flor com sarna demodécica)


SARNA DEMODÉCICA OU DEMODICIDOSE 
Constitui-se em dermatose primária, causada por proliferação de ácaros (parasitas) denominados demodex canis, decorrente de quadro herdado por imunossupressão celular, e que pode atingir qualquer raça indistintamente. Mas é considerada também uma doença de múltiplos fatores onde fatores genéticos, de origem cutânea, imunológicos, ambientais, bacteriológicos e pasitológicos interferem em distintas proporções. 
Ocorre principalmente em cães jovens e não é transmissível entre os animais, afora no período neonatal, e também não é contagiosa para o homem.


Maria Augusta 
Canil Amambaí

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Características Gerais dos PUGs


(foto da Rebeca Flor)




Informações da CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
(Filiada  à Fédération Cynologique International)


Classificação F.C.I.:

Grupo 9 - Cães de Companhia
Seção 11 - Cães Molossos de Pequeno Porte


Padrão FCI nº 253   - 02 de setembro de 2009.

País de origem: China


País Patrono: Grã-Bretanha
Nome no país de origem: Pug
Utilização: Companhia
Sem prova de  trabalho



APARÊNCIA GERAL



decididamente quadrado e massudo, ele é "multum in parvo " (cão compacto e atarracado), como mostra sua forma compacta, suas boas proporções e sua musculatura rija.


COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: charmoso, digno e inteligente. Equilibrado, feliz e de muito disposição.


CABEÇA: larga, redonda, não em forma de maçã.


REGIÃO CRANIANA
Crânio: sem sulco. Rugas claramente definidas.


REGIÃO FACIAL
Focinho: curto, truncado, não arrebitada.
Maxilares / Dentes: ligeiramente prognata inferior. Torção de mandíbula, dentes ou língua à mostra são altamente indesejáveis. Mandíbula larga com os incisivos, quase, em uma linha reta.
Olhos: escuros, muito grandes, de forma globular, expressão doce e afetuosa, muito brilhantes e quando o cão está excitado, cheios de fogo.
Orelhas: finas, pequenas, macias como veludo preto. Há dois tipos:
- orelha em rosa: pequena, caída, que se dobra para trás e descobre o pavilhão auditivo externo;
- orelha em botão: caída para a frente, a extremidade junto ao crânio, de maneira a cobrir o orifício da orelha e direcionada para os olhos. A preferência é dada às últimas.
Pescoço: ligeiramente arqueado para se assemelhar a uma crista; forte, espesso, com bastante comprimento para portar a cabeça orgulhosamente.


TRONCO: curto e compacto.
Dorso: linha superior plana; nem selada, nem carpeada.
Peito: largo e com boas costelas. 


CAUDA (espiral): inserida alta, enrolada tão firmemente quanto possível sobre a anca. Enrolada duas vezes, é altamente desejável.


MEMBROS
Anteriores: pernas muito fortes, retas, de comprimento moderado, bem colocadas debaixo do corpo.
Ombros: bem inclinados.
Posteriores: pernas muito fortes, de comprimento moderado, bem debaixo do corpo, retos e paralelos, quando vistos por trás.
Joelhos: bem angulados.


PATAS: não tão compridas quanto os pés de lebre e nem tão redondas quanto os pés de gato; dedos bem separados, unhas pretas.


MOVIMENTAÇÃO: vistas de frente, as pernas anteriores devem se movimentar bem debaixo dos ombros; as patas bem direcionadas para a frente, não virando nem para dentro, nem para fora. Vistas por trás, a ação deve ser igualmente correta. Usa os anteriores com grande força, colocando-os o mais à frente possível, com os posteriores se movendo livremente, fazendo um bom uso dos joelhos. Um ligeiro "roll" dos posteriores é típico dos seus movimentos.


PELAGEM
Pêlos: finos, lisos, macios, curtos e brilhantes, nem duros, nem lanosos.


COR: prata, abricó, fulvo ou preto. Cada uma claramente definida para fazer um completo contraste entre as cores, o traço (uma linha preta que se estende do occipital até a raiz da cauda) e a máscara. Marcas claramente definidas. O focinho, a máscara, orelhas, marcas nas bochechas, marca do polegar ou diamante na testa e o traço devem ser o mais preto possível.


PESO: 6,3 kgs a 8,1 kgs.


FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.


NOTAS:
· os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos e acomodados na bolsa escrotal.
· todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento deve ser desqualificado.


Informações gentilmente cedidas pelo site Kennel Club Net
www.kennelclub.com.br


Fonte: portaldospugs.com.br