quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Posse consciente. O que é?

Olá, queridos seguidores! Hoje o Blog da Rebeca Flor vai tratar de um assunto muito sério, posse consciente, você sabe o que é?
Existem algumas campanhas que vem ensinando para os donos o significado dessa expressão.
Veja este slogan:

"CACHORRO NÃO É BRINQUEDO. SENTE FOME, FRIO E MEDO."

O slogan de outra campanha diz:

"A CADA ANO CENTENAS DE CÃES SÃO ABANDONADOS PORQUE SEUS DONOS SE CANSAM DE BRINCAR COM ELES."


Essas campanhas servem para consientizar  as pessoas de que os animais não são descartáveis, que a partir do momento em que você adota um animal, você vai ter que ficar com eles para o resto da vida. Dando a eles tudo o que eles merecem, como alimento, segurança, saúde, carinho e respeito.
Animais de estimação nos dão amor incondicional, melhoram nosso estado de espírito e até nossa saúde. Nada mais justo que retribuir essa felicidade.

A primeira campanha tem como objetivo conscientizar as pessoas de que se não se têm condições, ou não se têm predisposição a dar carinho à um cachorro e cuidar dele como se deve, então que não comprem um ou aceitem um cachorro quando alguém quiser lhe oferecer um.

Antes de tudo, adotar um animal deve ser uma decisão de toda a família, e os pais devem saber que por mais que as crianças se comprometam em cuidar, ao final das contas quem irá cuidar do bichinho é o pai ou a mãe.

Muitas pessoas adotam cachorrinhos quando são ainda filhotes e quando estes crescem, são abandonados pelas ruas da cidade. O mesmo acontece com os gatos, pessoas adotam um e de repente se deparam com uma situação com a qual não previam e logo dão um jeito de se livrar do bichano.

Bicho para quê?
Essa é a primeira pergunta que todo mundo deveria se fazer antes de comprar ou adotar um mascote.
Se a resposta for “para convivência e amizade”, bingo! Cães e gatos são grandes companheiros, que precisam e gostam do contato próximo com seus donos. Mas há duas respostas erradas bastante freqüentes:

A primeira delas: “Porque as crianças querem”. Adotar um animal deve ser uma decisão de toda a família, e os pais precisam estar conscientes de que, por mais que os filhos prometam cuidar dele, vai, sim, sobrar trabalho para os adultos. Além disso, como não têm noção de que cães e gatos também sentem frio, fome, dor e tristeza, crianças com menos de 6 anos tem que ser ensinadas sobre o respeito que devem ter com os animais e os limites. Os adultos tem que ter muito cuidado se os bichinhos ainda forem filhotes para que as crianças não machuquem sem querer os nossos companheiros.

Outra motivação equivocada é ter um animal “para proteção”. Confinar um cão no fundo do quintal e privá-lo do convívio da família imaginando que assim ele será mais bravo é um engano perigoso.“O correto é apostar na inteligência do animal, socializá-lo e adestrálo adequadamente, para que ele saiba distinguir quando deve ou não atacar”, afirma a veterinária Hannelore Fuchs, de São Paulo, especialista em comportamento animal. Em vez de dar um destino tão miserável a uma vida, que tal instalar equipamentos eletrônicos de segurança? Dá menos trabalho e sai muito mais barato.

Lembre-se respeitar um animal é dever de todos, amá-los é privilégio de poucos.

Fonte: BigMãe.com, desviralata.